Seguro automotivo: por que 7 em cada 10 carros rodam sem proteção?

Seguro automotivo ainda protege poucos carros no Brasil. Veja por que reparos caros tornam a cobertura mais importante.
Seguro automotivo ainda protege poucos carros no Brasil. Veja por que reparos caros tornam a cobertura mais importante.

Sumário

Seguro automotivo no Brasil: por que tanta gente ainda roda sem proteção?

O seguro automotivo ainda está longe de ser realidade para a maioria dos motoristas brasileiros. Segundo levantamento citado pelo setor, cerca de 70% da frota nacional circula sem cobertura de seguro. Ou seja, em uma conta simples, apenas 3 em cada 10 veículos rodam protegidos.

Esse número chama atenção porque o carro nunca foi tão caro de consertar.

Hoje, uma batida leve pode envolver farol full LED, sensores de estacionamento, câmera, radar, para-choque com eletrônica, retrovisor elétrico, grade ativa e peças importadas. O que antes poderia ser resolvido com um reparo simples, agora pode virar uma conta de milhares de reais.

E isso muda completamente a conversa.

Durante muito tempo, muita gente via o seguro como um custo “a mais”. Agora, com carros mais caros, peças mais complexas e trânsito cada vez mais intenso, o seguro automotivo passou a ser uma ferramenta de proteção financeira.

O problema é que o orçamento também apertou.

Combustível, IPVA, manutenção, financiamento, pneus e custo de vida fazem muitos motoristas adiarem ou cancelarem o seguro. Só que rodar sem proteção pode sair muito mais caro no primeiro acidente.

Por que tantos carros circulam sem seguro?

O principal motivo é financeiro.

Para muitos motoristas, o carro já pesa bastante no orçamento antes mesmo de falar em seguro. Tem parcela, combustível, manutenção, estacionamento, imposto, revisão, licenciamento e pneus. Quando chega a cotação do seguro, muita gente olha o valor e pensa em cortar.

Mas existe outro ponto: parte dos motoristas ainda não entende o risco real de ficar sem cobertura.

Alguns pensam apenas em roubo e furto. Outros acham que, por dirigirem pouco, não precisam de seguro. Há também quem acredite que “nunca aconteceu comigo” ou que só carros caros precisam de proteção.

Só que o seguro automotivo não serve apenas para proteger o próprio carro.

Ele também pode cobrir danos a terceiros, guincho, assistência 24 horas, perda total, colisão, roubo, furto e outros imprevistos, dependendo da apólice contratada.

Em um trânsito cheio, uma batida em outro veículo pode gerar uma conta maior que o próprio reparo do seu carro.

Reparos ficaram mais caros: o seguro ficou mais importante

Os carros evoluíram muito nos últimos anos. Isso é ótimo para segurança, conforto e tecnologia. Mas também deixou os reparos mais caros.

Faróis full LED, sensores, câmeras, módulos eletrônicos, radares de assistência, retrovisores com alerta de ponto cego e para-choques com componentes integrados aumentam bastante o custo de conserto.

A reportagem de referência cita que um farol full LED pode custar entre R$ 3 mil e R$ 7 mil, enquanto um para-choque com sensores pode passar de R$ 5 mil. Em alguns casos, uma colisão leve pode custar mais do que um ano inteiro de seguro.

Esse é o ponto que muitos motoristas só percebem depois do acidente.

Às vezes, a batida parece pequena. O carro continua andando. Não houve feridos. Mas, quando chega o orçamento, aparecem sensor desalinhado, suporte quebrado, pintura, peça original, mão de obra e calibração.

No fim, o prejuízo assusta.

Seguro automotivo não é só para carro caro

Esse é um erro comum.

Muita gente pensa que seguro automotivo só vale para SUV, carro premium ou modelo novo. Mas veículos populares também podem gerar prejuízo alto.

Um hatch usado pode ter seguro mais acessível, mas ainda assim pode se envolver em uma batida com um carro muito mais caro. Se o motorista sem seguro for responsável pelo acidente, pode ter que pagar o conserto do outro veículo.

Imagine encostar em um SUV de luxo, danificar um farol, um para-choque ou sensores dianteiros. A conta pode passar facilmente de vários salários mínimos.

Por isso, a cobertura para terceiros ganhou tanta importância.

Mesmo que o motorista escolha um plano mais enxuto, manter alguma proteção contra danos causados a outras pessoas pode evitar uma dívida pesada.

Cobertura para terceiros virou prioridade

A cobertura para terceiros, também chamada de RCF-V, é uma das partes mais importantes do seguro automotivo.

Ela pode cobrir danos materiais e corporais causados a outras pessoas, conforme os limites contratados na apólice. Isso inclui, por exemplo, o conserto de outro veículo atingido em uma colisão.

Esse tipo de cobertura ficou ainda mais relevante porque a frota brasileira está mais cara e tecnológica.

Não é raro dividir a rua com SUVs, híbridos, elétricos, picapes caras e carros premium. Mesmo uma batida simples pode gerar um orçamento alto.

Por isso, quando o orçamento está apertado, nem sempre a melhor solução é cancelar tudo. Em muitos casos, faz mais sentido ajustar a apólice e preservar o essencial.

A reportagem de referência também destaca que parte dos consumidores tem mantido coberturas consideradas essenciais, como roubo, furto, perda total, danos a terceiros e assistência 24 horas, mesmo quando reduz itens adicionais.

Cancelar o seguro pode ser uma economia perigosa

Cancelar o seguro parece uma economia imediata.

A pessoa deixa de pagar a parcela mensal e sente alívio no orçamento. Mas, se acontecer um acidente, roubo ou pane grave, a conta pode ser muito maior.

Esse é o risco.

O seguro automotivo funciona justamente porque troca um gasto imprevisível e potencialmente alto por um custo planejado. Você sabe quanto vai pagar por mês ou por ano e evita ficar totalmente exposto a um prejuízo grande.

Sem seguro, qualquer problema vira dinheiro do próprio bolso.

E não precisa ser uma perda total para doer. Um para-choque, uma lanterna, uma lateral amassada ou um retrovisor podem custar muito mais do que o motorista imagina.

O barato pode sair caro no primeiro susto.

Seguro completo ou seguro básico: qual vale mais?

Depende do perfil do motorista.

O seguro completo costuma incluir cobertura contra colisão, roubo, furto, incêndio, danos a terceiros, assistência 24 horas e outras proteções, conforme a apólice.

Já o seguro básico pode ser montado de forma mais enxuta, priorizando riscos maiores, como roubo, furto, perda total, terceiros e assistência.

Para quem está com orçamento apertado, um plano mais simples pode ser melhor do que ficar totalmente sem proteção.

A reportagem de referência cita que, dependendo do perfil, uma apólice mais básica pode custar até 40% menos que uma cobertura completa.

Isso não significa que o seguro básico seja sempre suficiente. Significa que existe espaço para adaptar.

O importante é entender o que está sendo retirado. Tirar carro reserva, vidros ou alguns adicionais pode fazer sentido. Mas reduzir demais a cobertura para terceiros, por exemplo, pode deixar o motorista exposto.

O que encarece o seguro automotivo?

O preço do seguro automotivo depende de vários fatores.

O modelo do carro é um dos principais. Veículos mais visados para roubo, com peças caras ou alto custo de reparo tendem a ter seguro mais caro.

A região também pesa. Cidades com maior índice de furto, roubo, acidentes ou custo de reparo podem gerar cotações mais altas.

O perfil do condutor entra na conta. Idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros, uso do veículo, garagem, CEP de pernoite e bônus de renovação influenciam no valor.

Além disso, carros com muita tecnologia podem ter reparos mais caros. Um para-choque com sensores, câmera ou radar não custa o mesmo que um para-choque simples.

Nos elétricos e híbridos, a seguradora também avalia bateria, peças específicas, mão de obra especializada e custo de reparo.

Por isso, dois carros com preço parecido podem ter seguros muito diferentes.

Seguro automotivo para carros novos está mais caro?

Em muitos casos, sim.

Carros novos ficaram mais caros, e isso impacta diretamente o seguro. Se o veículo vale mais, uma perda total representa indenização maior para a seguradora.

Além disso, modelos novos trazem mais eletrônica embarcada. Isso eleva o custo de reparo e pode influenciar a cotação.

O avanço de tecnologias de segurança, como frenagem automática, alerta de colisão e assistentes de faixa, ajuda a evitar acidentes. Porém, quando há colisão, os sensores e câmeras também precisam ser reparados, trocados ou recalibrados.

Ou seja, tecnologia reduz risco em alguns cenários, mas aumenta o custo de conserto em outros.

Essa combinação explica por que o seguro automotivo precisa ser considerado antes da compra do carro, e não depois.

Carros elétricos e híbridos mudam a conta do seguro?

Mudam.

Carros elétricos e híbridos podem ter custo por quilômetro menor, especialmente quando carregados em casa ou usados em trânsito urbano. Mas o seguro precisa ser analisado com atenção.

Baterias, inversores, motores elétricos, sistemas de alta tensão e peças importadas podem elevar o custo de reparo.

Além disso, algumas marcas ainda estão expandindo rede de assistência no Brasil. Isso pode afetar tempo de reparo, disponibilidade de peças e preço da mão de obra.

A CNseg projeta crescimento de 7,8% no seguro Automóvel em 2026, impulsionado também pelo avanço das vendas de veículos, especialmente híbridos e elétricos.

Para o consumidor, a lição é simples: antes de comprar um eletrificado, cote o seguro.

Às vezes, a economia de combustível compensa. Em outros casos, seguro, peças e desvalorização precisam ser colocados com cuidado na conta.

Seguro para terceiros pode ser suficiente?

Pode ajudar, mas não substitui todas as proteções.

Um seguro focado em terceiros pode ser interessante para quem quer reduzir custo e evitar o maior risco financeiro: causar dano a outro veículo ou pessoa.

Mas ele não resolve tudo.

Se o seu carro for roubado, furtado, bater ou sofrer perda total, a cobertura para terceiros não indeniza o seu próprio prejuízo, salvo se houver outras coberturas contratadas.

Então, essa escolha precisa ser consciente.

Para carros de menor valor, alguns motoristas preferem contratar terceiros e assistência 24 horas. Para carros mais caros, normalmente faz mais sentido avaliar cobertura mais completa.

O ideal é comparar cenários.

Seguro total, seguro parcial, terceiros, franquia maior, franquia menor, com ou sem carro reserva. Só assim dá para entender o melhor equilíbrio entre preço e proteção.

Franquia maior deixa o seguro mais barato?

Pode deixar.

A franquia é o valor que o segurado paga em caso de sinistro parcial, como uma colisão reparável. Quando a franquia é maior, o valor do seguro pode cair.

Isso pode ser interessante para quem quer reduzir o preço da apólice e só pretende acionar o seguro em situações mais relevantes.

Mas existe um risco.

Se a franquia ficar alta demais, o motorista pode deixar de usar o seguro em reparos médios. Ou pior: pode não ter dinheiro disponível quando precisar acionar.

Então, não adianta escolher a maior franquia apenas para pagar menos.

A melhor franquia é aquela que cabe no bolso se o sinistro acontecer.

Carro reserva, vidros e assistência: vale cortar?

Depende da rotina.

Carro reserva é importante para quem depende do veículo para trabalhar, levar filhos à escola, atender clientes ou cumprir deslocamentos diários. Para quem tem outro carro em casa ou usa pouco, pode ser menos essencial.

Cobertura de vidros pode ser útil porque para-brisa, faróis e lanternas ficaram caros. Em carros com sensores e câmeras, o para-brisa pode exigir calibração após a troca.

Assistência 24 horas costuma ser muito valiosa. Guincho, chaveiro, troca de pneu, pane seca e auxílio em viagem podem evitar dor de cabeça.

Se for preciso enxugar a apólice, corte com estratégia.

O melhor não é simplesmente tirar tudo. É entender quais coberturas fazem sentido para o seu uso.

Por que o seguro auto deve ser cotado antes da compra?

5 Dicas úteis na hora de escolher o seguro ideal

Porque o seguro pode mudar a decisão.

Muita gente escolhe o carro pela parcela, pelo consumo ou pelo visual. Só depois descobre que o seguro ficou alto demais.

Esse é um erro comum.

Antes de fechar negócio, o ideal é cotar pelo menos três modelos diferentes. Às vezes, carros com preço parecido têm seguros muito diferentes por causa de índice de roubo, custo de peças, perfil de reparo e histórico de sinistros.

Isso vale ainda mais para SUV, picape, carro premium, híbrido e elétrico.

Um carro pode parecer bom negócio na compra, mas ficar caro no custo anual.

Seguro, IPVA, manutenção e consumo precisam entrar juntos na conta.

O seguro automotivo no Brasil vai crescer?

A tendência é de crescimento.

Apesar de grande parte da frota ainda circular sem seguro, o mercado vem avançando. A Susep informou que, no primeiro trimestre de 2026, o seguro auto teve crescimento nominal de 6,13% e alcançou R$ 15,08 bilhões em prêmios.

Ao mesmo tempo, a baixa penetração mostra um espaço enorme para expansão.

A CNseg aponta que apenas 29% dos veículos em circulação possuem seguro no Brasil, reforçando o chamado “gap de proteção”. O levantamento também indica que a classe C lidera a contratação de seguro automóvel, com 41% dos segurados.

Isso mostra que seguro não é só coisa de carro de luxo.

É uma proteção cada vez mais buscada por quem depende do veículo e não pode assumir um prejuízo grande.

Por que a classe C lidera a contratação de seguro?

Esse dado é interessante porque quebra um estereótipo.

Muita gente associa seguro automotivo apenas a consumidores de renda mais alta. Mas o levantamento da CNseg indica que a classe C representa a maior parcela dos segurados de automóveis no Brasil.

Isso pode ter uma explicação prática: para muitas famílias, o carro é um bem essencial e difícil de repor.

Quando alguém compra um veículo com muito esforço, financiado ou usado para trabalhar, perder esse carro pode ser devastador.

Nesse contexto, o seguro funciona como proteção do patrimônio.

A pessoa pode até ajustar coberturas para caber no orçamento, mas entende que ficar totalmente desprotegida é arriscado.

Seguro automotivo para quem usa o carro para trabalhar

Quem usa o carro para trabalhar precisa ter atenção dobrada.

Motoristas de aplicativo, entregadores, representantes comerciais, prestadores de serviço e profissionais que rodam todos os dias têm exposição maior a acidentes, panes e desgaste.

Além disso, é essencial informar o uso correto do veículo na cotação.

Contratar seguro como uso particular e utilizar o carro profissionalmente pode gerar problema na hora do sinistro, dependendo das condições da apólice.

O seguro automotivo precisa refletir a realidade.

Se o carro é ferramenta de renda, a proteção deve ser pensada como parte do custo do trabalho, não como luxo.

Como economizar no seguro sem ficar desprotegido?

Dá para economizar com estratégia.

A primeira dica é comparar seguradoras. O mesmo perfil pode receber valores bem diferentes entre empresas.

A segunda é ajustar coberturas. Talvez você não precise de todos os adicionais, mas não deveria abrir mão das proteções essenciais sem entender o risco.

A terceira é avaliar a franquia. Uma franquia maior pode reduzir o preço, desde que caiba no bolso em caso de sinistro.

A quarta é manter dados corretos. Garagem, uso, condutor principal, CEP e quilometragem devem ser informados com honestidade.

A quinta é cotar antes de trocar de carro. Alguns modelos têm seguro muito mais caro do que parecem.

Economizar no seguro não significa contratar qualquer coisa. Significa montar uma apólice coerente com o seu risco.

O que olhar antes de contratar seguro automotivo?

Antes de contratar, olhe além do preço.

Veja quais coberturas estão incluídas, qual é o valor da franquia, qual limite para terceiros, se há assistência 24 horas, carro reserva, cobertura de vidros, guincho, regras para perda total e exclusões do contrato.

Também confira se o uso do veículo está correto.

Se o carro é usado para aplicativo, entrega, trabalho ou viagem frequente, isso precisa aparecer na cotação.

Outro ponto importante é o atendimento.

Preço baixo perde valor se a seguradora não oferece bom suporte quando você mais precisa.

O seguro bom é aquele que cabe no bolso e responde bem no sinistro.

Quando vale manter só coberturas essenciais?

Vale quando o orçamento está apertado, mas o motorista não quer ficar totalmente exposto.

Nessa situação, pode fazer sentido priorizar roubo e furto, perda total, danos a terceiros e assistência 24 horas.

Essas coberturas atacam os riscos mais pesados.

Agora, se o carro é novo, financiado, caro ou essencial para o trabalho, cortar cobertura de colisão pode ser arriscado.

Não existe uma resposta única.

O ideal é montar cenários e entender quanto cada proteção muda no preço. Às vezes, por uma diferença pequena, vale manter uma cobertura importante.

Rodar sem seguro vale a pena?

Na maioria dos casos, não.

Rodar sem seguro pode parecer economia, mas deixa o motorista exposto a perdas grandes e imprevisíveis.

Se nada acontece, parece que o seguro era dispensável. Mas basta um acidente, roubo ou dano a terceiro para a conta mudar.

E o trânsito não depende só de você.

Mesmo um motorista cuidadoso pode ser atingido, se envolver em engavetamento, sofrer furto, encontrar uma enchente, ter pane ou causar um dano sem intenção.

O seguro automotivo existe porque o risco não avisa antes de chegar.

FAQ: dúvidas sobre seguro automotivo

Quantos carros rodam sem seguro no Brasil?

Cerca de 7 em cada 10 veículos circulam sem cobertura de seguro, segundo levantamento citado pelo setor.

Seguro automotivo é obrigatório?

Não. No Brasil, o seguro automotivo privado é opcional, mas pode evitar prejuízos altos em acidentes, roubo e danos a terceiros.

Por que o seguro ficou mais importante?

Porque carros e reparos ficaram mais caros. Sensores, faróis LED, câmeras e eletrônica elevam o custo de conserto.

Seguro para terceiros vale a pena?

Sim. Ele ajuda a cobrir danos causados a outras pessoas, como conserto de outro veículo ou despesas decorrentes de acidente.

Seguro básico é melhor que ficar sem seguro?

Em muitos casos, sim. Um plano enxuto pode manter proteções essenciais e reduzir o custo da apólice.

Franquia maior reduz o preço do seguro?

Pode reduzir, mas o motorista precisa conseguir pagar essa franquia se precisar acionar o seguro.

Carro elétrico tem seguro mais caro?

Pode ter. Bateria, sensores, peças importadas e reparo especializado podem influenciar na cotação.

Quem usa carro para aplicativo precisa avisar?

Sim. O uso profissional deve ser informado na cotação para evitar problemas em caso de sinistro.

Vale cortar carro reserva e vidros?

Depende do uso. Pode reduzir custo, mas é preciso avaliar se essas coberturas fazem falta na sua rotina.

Quando devo cotar o seguro?

Antes de comprar o carro. O valor do seguro pode mudar completamente o custo real do veículo.

Conclusão

O seguro automotivo ainda protege uma parte pequena da frota brasileira, mas o risco de rodar sem cobertura ficou maior. Carros mais caros, peças tecnológicas, faróis LED, sensores e reparos complexos transformaram até colisões leves em prejuízos altos.

Por isso, a decisão não deve ser entre “seguro completo caro” ou “nenhum seguro”. Muitas vezes, existe um meio-termo: ajustar franquia, revisar adicionais e manter coberturas essenciais, principalmente danos a terceiros, roubo, furto, perda total e assistência.

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